Oi gente!! Hoje, eu estou muito saudosista!! Lembrei da minha infância- a long time ago- e do período das festas juninas. Era o mês preferido o de junho no qual eu dançava nas quadrilhas e comia aquelas guloseimas.
Como era bom... Bolo de milho, fubá, batata, pé-de-moleque, vatapá com baião de dois e uma farofinha. Pra completar, uma bebida típica o "aluá". Os ensaios eram super divertidos, sempre alguém pisava no meu pé. As músicas agitadas do nosso rei do Baião: Luiz Gonzaga. Ai Deus, eu era feliz e não sabia.
A decoração era um ponto interessantíssimo: as bandeirinhas coloridas, balões, fogueiras. As vestimentas de chita envolviam xadrez, babados, brilhos, salto alto. A maquiagem era outra alegoria, tudo pra chamar a atenção dos jurados. Ganhar uma competição é como ganhar na mega sena quase um milhão de reais sozinho. As meninas disputavam ser a princesa, rainha e noiva. Os homens queriam ser o noivo. Na hora da encenação, tínhamos que improvisar e ser criativos para a peça conquistar risos.
A rainha do milho desfilava depois da eleição com a faixa e ganhava o troféu também. Quando tinha cinco anos, fui eleita a rainha do milho, com muitas tranças e pintas no rosto. Pense na vergonha!! Mas, bem que gostei de ter o troféu em minhas mãos. Na verdade, eu era "cute" e foi escolhida de olé....
Há muito tempo que não assisto ou participo de uma bela festa junina. Isso me faz sentir saudades de bons momentos. Estou desejando conhecer o São João de Caruaru e Campina Grande, os grandes polos da festa no Nordeste. Não podemos esquecer nossas raízes e nossas origens. Valorizar o folclore e a cultura popular sempre! Vamos pessoal, pula a fogueira que o Santo Antônio, São Pedro e São João vem aí.
No sábado passado (21/06), no auditório da Academia Cearense de Letras, vivenciei um dos dias mais marcantes da minha trajetória intelectual. Cercado por acadêmicos, escritores, poetas e artistas, tomei posse para ocupar uma das prestigiosas cadeiras da ALAF que, desde sua criação, congrega pensadores e criadores com o objetivo de fomentar a cultura cearense e brasileira . A cerimônia seguiu o protocolo tradicional: leitura dos currículos, assinatura do respectivo termo de posse e a entrega do diploma e medalha simbólica e o juramento que representam o compromisso com as letras e as artes. A ALAF possui um passado repleto de conquistas culturais, que incluem antologias poéticas e trocas com outras organizações literárias. Durante a cerimônia, houve momentos poéticos, homenagens e discursos curtos que destacaram a importância da academia na promoção da cultura local. Além da apresentação musical e do lançamento de uma antologia coordenada pela equipe: Primeira Antologia da Delega...
Olá, Elis! Também estou sentindo esse saudosismo. Outro dia assisti a um programa na TV sobre festas juninas e deu uma vontade tremenda de dançar quadrilha! É um período bem legal, principalmente aqui no nordeste. beijinhos!
ResponderExcluirOi Aline! Infelizmente, o povo esquece as coisas boas, mas devemos forçar que eles lembrem !! É nossa cultura!
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