Há algumas semanas, a nova novela das seis estreou com um elenco de atores bem conhecidos. Você deve estar aí se perguntando... “Poxa, Novela!! Que chato!”. Entretanto, vi alguns capítulos dessa novelinha que me atraiu pelo colorido do cenário, roupas e cabelos! Durante os comerciais, eu pensava comigo: “Olha, a Globo está investindo num novo formato dando dinamicidade a trama”.
Então, fui pesquisar sobre Meu Pedacinho de Chão. Descobri que essa telenovela já tinha sido exibida nos anos de 1971 e 1972 do mesmo autor, Benedito Ruy Barbosa. Na primeira versão, uma criança discutia vários problemas do lugar em que morava nos seus últimos suspiros em volta de sua mãe.
Alguns elementos ainda são os mesmos, a professora Juliana (nova versão vivida por Bruna Linzmeyer), que chega à Vila de Santa Fé (podemos perceber que esta vila se refere ao nosso país) para ensinar às crianças e se depara com um povo humilde, simples e aterrorizado com os desmandos do coronel Epaminondas (hoje vivido por Osmar Prado), um homem meio louco, histérico, e que manda e desmanda na região. Aliás, o ator está muito engraçado neste papel. Em cena, ele é casado com a personagem da atriz Juliana Paes (que ri enquanto chora, e chora na hora de rir). A história parece um faz de contas que saltou das páginas de algum livro de conto de fadas.
Como a cidade é na zona rural, a mensagem era transmitir conhecimentos aos trabalhadores. Muitos temas são retratados, por exemplo: a educação. O analfabetismo e o letramento são discutidos também. A briga do coronel em destruir a escola ou até mesmo a demora da inauguração dela nos faz recordar de um lugar e um povo não tão distante daqui que sofre deste mal.
A novela Meu Pedacinho de Chão é um “remake” que surgiu no horário das 18h que ainda promete algumas novidades. E, eu espero que realmente sejam discutidos mais assuntos relevantes para toda a sociedade e traga uma moral no fim.
No sábado passado (21/06), no auditório da Academia Cearense de Letras, vivenciei um dos dias mais marcantes da minha trajetória intelectual. Cercado por acadêmicos, escritores, poetas e artistas, tomei posse para ocupar uma das prestigiosas cadeiras da ALAF que, desde sua criação, congrega pensadores e criadores com o objetivo de fomentar a cultura cearense e brasileira . A cerimônia seguiu o protocolo tradicional: leitura dos currículos, assinatura do respectivo termo de posse e a entrega do diploma e medalha simbólica e o juramento que representam o compromisso com as letras e as artes. A ALAF possui um passado repleto de conquistas culturais, que incluem antologias poéticas e trocas com outras organizações literárias. Durante a cerimônia, houve momentos poéticos, homenagens e discursos curtos que destacaram a importância da academia na promoção da cultura local. Além da apresentação musical e do lançamento de uma antologia coordenada pela equipe: Primeira Antologia da Delega...


Adorei sua análise. Fiquei encantada com esta novela antes mesmo de estrear e achei muito legal a forma como eles estruturaram a estória. Acho que hoje precisa-se de mais novelas assim.
ResponderExcluirOi Aline, pois é... eu também me surpreendi!! Uma surpresa boa já que foi uma das primeira novelas das 18h da Globo e foi censurada algumas partes da novela na primeira versão por causa da ditadura militar.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEstou amando essa novela. É a única que assisto. Gosto do colorido das roupas, das paisagens e das caras e bocas dos personagens. Tento organizar minhas obrigações para não perder nenhum capítulo, mas mesmo assim já perdi dois por causa da minha empolgação com os estudos...triste. :(
ResponderExcluirNão fique triste!! Reorganize seu tempo. Dará certo seus estudos e acompanhar a novela!!
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