Antes de tudo, quero comunicar-lhes que esse não é um texto comum, e sim uma carta de adeus ao nosso ilustríssimo Gabriel García Márquez (Gabo). Não imaginava que os imortais da Literatura se fossem tão rapidamente. Quando era mais nova, na minha concepção, imortal era aquele cujo vivia para todo o sempre. Realmente, não estava enganada. Ele vive sim nas nossas lembranças e na imaginação de cada leitor. Sua obra vastíssima, diga-se de passagem, conquistou milhões de leitores no mundo, sendo o segundo escritor de língua espanhola mais lido e amado. Sua escrita é gostosa de ler, os personagens muito bem construídos e apresentados dentro do cenário colombiano, mas que poderia se situar em qualquer lugar. Lembro-me do dia que li seu primeiro livro. Estava cursando o quarto ou o quinto semestre de Espanhol. “Crónica de una muerte anunciada” me fez arrepiar até o último instante do suspense dessa estória. Graças a esta obra e a tantas outras, ele conseguiu o Prêmio Nobel (mais que merecido)....
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