No ano de 2015, fui transferida para duas escolas excelentes. Cada período é em uma. Logo no começo, na aula de português, o capítulo um do livro trazia a história das contações de estórias. Como falar de um assunto desses sem ser tão monótona?? Pedi então autorização para a minha Coordenadora Pedagógica , a Roberta para fazer uma roda de contação de estória, utilizando os contos do livro. Entretanto, eu tinha que ir fantasiada. Ela me emprestou um avental todo colorido , e a minha intenção era parecer um personagem de algum livro. Todos os meus colegas professores me ajudaram na caracterização. Na verdade, foi muito engraçado. Todos riam e cochichavam nos corredores.
Ao chegar na sala de aula, os alunos levaram um susto bem agradável. Começaram a rir de mim, é lógico!! Paguei o maior mico. O pior que eles disseram que eu parecia a Chiquinha do Chaves. Depois, comentaram que eles não estavam no ensino infantil e já eram pré-adolescentes- ah tá, no sexto ano. Engana-me que gosto!! Quando solicitei a todos e a todas que sentassem no chão e fizessem um círculo, na mesma hora , todos viraram crianças novamente. Com olhinhos atentos e boquiabertos, prestaram atenção na estória e riram muito. Ao terminar, perguntei a moral da história e o que eles entenderam. Muitos levantaram a mão, e participaram dando a sua opinião.
Conclui que assim era bem melhor do que a leitura do texto na forma tradicional. Foi um estímulo a leitura e a uma aula diferente. Temos que inovar sempre para nossas aulas não caiam na rotina! Sei que é difícil, e muitas vezes, não temos recursos. Mas, podemos usar a criatividade. Desse dia em diante, tudo que proponho em sala, eles aceitam. Os alunos passam a confiar mais em você. É um elo muito forte: de confiança e de respeito. Inclusive de admiração pela tamanha ousadia. Não me arrependi e se fosse para fazer de novo, eu faria.
Essa é a dica que tenho para dar aos meus colegas de profissão. Mirem-se na professora maluquinha de Ziraldo. Certas vezes, não há lógica para se aprender!!
Oi ! Boa Tarde! Quanto tempo não é mesmo? Hoje, a leitura do Evangelho nos trouxe o maior mandamento de Deus: "Amai a Deus sobre todas as coisas". E o segundo mandamento: "Amai ao próximo como a ti mesmo". Nos tempos em que se exala a violência e a intolerância, como é amar alguém que não conhecemos? Ou amar os nossos inimigos? Pessoas que fizeram tanto mal a você, e simplesmente, deixar pra lá e perdoar. Estamos tão descrentes, muitos de nós deixaram de acreditar em Deus, nas pessoas. Há teorias que falam : " o amor não existe!!" Tudo é interesse. As relações sociais estão baseadas no que eu lucro. Você acredita nesta afirmação? Por feridas causadas, traições, deslealdades, mentiras, falsidades, você deixou de ter fé no amor? Como dizer que ele não existe?! Basta olhar em sua volta, a natureza, as flores, os animais são a demonstração do amor de Deus para conosco e o mundo. O maior amor de uma mãe para com o seu filho é o mais puro e inocente. Os amigos ...


Gostei professora, pbs!
ResponderExcluirObrigada!
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