Ei gente, o que acharam do jogo de ontem? Eu gostei bastante do que vi. O time estava unido, integrado, corriam muito e pressionava a Colômbia. A arena Castelão estava lotado de brasileiros de todos os cantos menos eu que não consegui um ingresso. Metade das pessoas que eu conheço também não. Nesse quesito, a Fifa foi desorganizada. Liberou 6000 mil ingressos, e onde foram parar? Não se sabe. Nas redes sociais, muitas pessoas faziam o papel de cambistas e vendiam por 2.000, 3.000 e até 5.000 dependendo da categoria. Um absurdo! No caminho até o estádio, algumas pessoas relataram que foram roubadas, os ingressos levados. Não poderiam ser reimpressos?
Com o início do jogo, os seis primeiros minutos do primeiro tempo, de escanteio, o nosso capitão Thiago Silva fez gol com a coxa esquerda. Lindooo!! O outro time parecia assistir a nossa partida de camarote. O James Rodríguez tentava, mas em vão. O Cuadrado só reclamava com o árbitro. E que árbitro esse hein? O espanhol não tinha cartão amarelo. Haja falta e cartão para o Brasil. Quando os colombianos marcavam a falta, ele nem advertia. Nunca via, ouvia, entendia nada.
O capitão Yepes, em um lance, estava impedido mesmo assim chutou pro gol, porém o bandeirinha já estava com a bandeira levantada. Aí mais reclamação, perdendo tempo. Thiago Silva recebeu um cartão amarelo e está fora do próximo jogo por passar na frente do goleiro. Em uma falta, nosso cachinhos dourados, David Luiz (o anjo da seleção), fez um belíssimo gol no canto da rede. Que gol!!!
Quando ainda comemorávamos, o jogador adversário vinha para o gol, o goleiro Júlio César o derrubou na área. O que acontece depois? Pênalti para eles. Pânico total. O camisa deles marca um gol. Sem dancinhas ontem, somente com um beijo no braço em cima do nome de sua filha, Salomé. No fim do segundo tempo, o jogador colombiano machuca com toda força as costas de Neymar que cai ao solo de dor e não mais se levanta. O árbitro finge que não vê, não o adverte, não cobra falta, não dá cartão amarelo. Pois esse ato merecia expulsão e falta para a seleção. O nosso camisa 10 sai de maca para o hospital São Carlos, na avenida Pontes Vieira. Termina o jogo, vitória do Brasil com 2X1. Estamos nas semifinais e o nosso próximo adversário será a Alemanha. O que mais me comoveu foi a atitude de David Luiz e Daniel Alves ao consolar James que chorava desolado com a perda. Logo depois, nós que iríamos chorar por conta da lesão na vértebra de Neymar que o afastaria do mundial. Com quatro semanas ou até mesmo seis semanas de repouso total, ele voou para o Guarujá no táxi aéreo de maca, visivelmente abalado com tudo o que aconteceu. O time precisa continuar. Temos vinte e três jogadores, e muitos deles são excelentes. Temos que pensar positivo, o técnico Felipão irá escolher o substituto à altura para nos classificar para a final. Claro que o Neymar irá se recuperar e com o apoio da família, isso será rápido. Em breve, ele participará de outras copas. E por ele, todos os outros e a torcida devem apoiar a nossa seleção seguir em frente e confiantes. Não temer a Alemanha. Jogar com força e garra como sexta-feira. Dona Fifa, por favor, diga-nos o que acontecerá com o jogador que machucou o Neymar. Não acredito em lance normal de jogo, ele não atrás de pegar a bola. Ele o derrubou com brutalidade. É muito fácil agora pedir desculpas após acabar com o sonho de uma pessoa jovem e craque. E o árbitro? Ambos deviam ser punidos, pois tiveram parcela de culpa. Vamos aguardar o pronunciamento da Fifa. Terça-feira, estádio do Mineirão, Brasil e Alemanha na semifinal. Não perco pro nada. Até mais!
No final de agosto, tive a alegria de participar da Festa Literária de Limoeiro do Norte, um evento que reuniu escritores, leitores, editoras e amantes da literatura em um ambiente cheio de arte, cultura e troca de saberes. Foi um momento muito especial para mim, marcado pelo lançamento do meu livro “Mãe, quero ser igual a você” e pela oportunidade de estar presente com um stand, expondo e vendendo meus livros e antologias. O evento foi organizado pela Secult do estado do Ceará. O lançamento do meu livro foi um momento emocionante. Poder compartilhar essa obra, que nasceu do coração e que carrega tanto afeto e significado, em um evento tão grandioso, foi simplesmente inesquecível. Ver o interesse, o carinho e as palavras de incentivo das pessoas que passaram pelo stand só reforçou a importância de continuar escrevendo e levando histórias para inspirar outros leitores. Conheci escritores locais e gente da minha terra, professores e amantes do cordel. Além do lançamento, o stand foi ...
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