Oi pessoal!! Como vocês estão depois do jogo de terça? Todos estavam confiantes que iríamos para a final. Só um milagre, eu pensei... mas creio neles. O time da Alemanha é muito forte, e eles são frios - não se incomodam com vaias e músicas da torcida- com o equilíbrio emocional sempre mantido. O Brasil estava sem o capitão Thiago Silva e sem o Neymar Jr. Mas, como disse o próprio técnico, tínhamos 22 jogadores. A maioria deles jogam em grandes clubes na Europa. Então, porque eles se sentiam tão abatidos e com medo dentro do campo?? Ora bolas, não há uma psicóloga para trabalhar o lado emocional de cada um? Não concordei com o que disseram sobre ser impossível controlar alguns sentimentos. É claro que é possível. Imagina, se todos vivessem ansiosos e neuróticos com uma estreia ou em se apresentar em público. Barbárie total! Ninguém vive ou brilha sozinho, precisamos do outro para construir algo. Para se ter vitória, o grupo tem que ser unido, estar em sintonia. Lutar juntos! Isso eu vi no time da Alemanha. O Brasil se atrapalhou em muitos momentos. O início foi bom, parecia que a vitória era nossa. Nos primeiros dez minutos de jogo, um gol. Perderam o controle. Segundo gol, vários jogadores em volta do goleiro e ninguém o ajudou. Do terceiro em diante, de dois em dois minutos, os atacantes marcavam. O goleiro, a zaga de defesa e atacantes do Brasil estavam estáticos, apenas aguardavam o fim da tortura sem se mover. A torcida arrasada saia do estádio antes de acabar o primeiro tempo. Sem esperanças, nem o técnico mexia na estrutura que ele mesmo manteve sem resultados concretos. Uma catástrofe anunciada. Pressentimento nada bom, sensação de deja vù este filme antes- em 1998 contra a França- , mas este era bem pior. Um pesadelo da história SEM FIM, em que os protagonistas da história deixam de ser os mocinhos e não ganham o hexa para o brasileiro.
Segundo tempo de sofrimento, pensávamos que pelo menos caso não conseguíssemos empatar, nós poderíamos perder com dignidade. Estava enganada. Mais dois gols. Tinha como piorar? Pensava que ia ser de 10X0. Enfim, Oscar sozinho fez um gol de consolo. Não sei o que foi mais cruel ou humilhante. Serem vaiados pela própria torcida ou ouvir a nossa torcida dar parabéns para a Alemanha. Esse jogo não deve ser esquecido nunca, pois com os erros que aprendemos. E assim não repetir tal façanha novamente. Agora, resta-nos recolher os cacos que sobraram e lutar até o fim para conquistar esse terceiro lugar. Não entendi também o motivo da Holanda não ganhar. Pra mim, eles estavam melhores no jogo, apenas não tiveram sorte nos pênaltis. O goleiro Romero é muito bom e segurou duas bolas. O time do Messi & Cia irão para a final no Maracanã contra a Alemanha. Será muita sorte ou uma benção especial concedida pelo Papa Francisco no início do ano? Vamos aguardar o que vai acontecer.
No final de agosto, tive a alegria de participar da Festa Literária de Limoeiro do Norte, um evento que reuniu escritores, leitores, editoras e amantes da literatura em um ambiente cheio de arte, cultura e troca de saberes. Foi um momento muito especial para mim, marcado pelo lançamento do meu livro “Mãe, quero ser igual a você” e pela oportunidade de estar presente com um stand, expondo e vendendo meus livros e antologias. O evento foi organizado pela Secult do estado do Ceará. O lançamento do meu livro foi um momento emocionante. Poder compartilhar essa obra, que nasceu do coração e que carrega tanto afeto e significado, em um evento tão grandioso, foi simplesmente inesquecível. Ver o interesse, o carinho e as palavras de incentivo das pessoas que passaram pelo stand só reforçou a importância de continuar escrevendo e levando histórias para inspirar outros leitores. Conheci escritores locais e gente da minha terra, professores e amantes do cordel. Além do lançamento, o stand foi ...
Comentários
Postar um comentário