Neste mundo capitalista, que exige muito de nós mulheres, precisamos estar produzindo e sentindo úteis ao mercado de trabalho, esquecemos o principal: o sentir!
Nós estamos com a energia despolarizada, porque todos nós temos o masculino e o feminino. Entretanto, quando há o desequilíbrio, e uma energia dessa a mais, o nosso corpo sofre. Ao se afastar de nossa essência do sentir as emoções, dores, e viver o nosso autocuidado e o acolhimento e estar com outras mulheres para compartilhar sem competir, aparecem diversas doenças como nódulos, cistos, miomas, problemas no endométrio e no útero. O feminino não é apenas a estética e ficar mais produzida por fora, pelo contrário, estar forte por dentro e suave ao externo. Muitas entendem o inverso ou usam pra manipular ou controlar a seu favor, como uma capa. Nada dura para sempre, então não adianta fingir algo que não é.
Cada vez mais tarde, deixamos a maternidade de lado e outras necessidades pessoais para o foco ser a carreira! É ótimo ter a nossa profissão, salário, investimentos, bens, imóveis etc. Mas esse desejo de ganhar e se bancar é porque não queremos ou podemos dizer da necessidade de depender de alguém. Não falamos mais dos nossos sonhos e desejos mais profundos. Muitas vezes o reprimimos. E isso é prejudicial à saúde da mulher. Ao perguntar a uma mulher o que ela quer no futuro, por exemplo: "fala-se de um parceiro, uma família entre outras formas." E o que precisa para fazer isso? Independente do gênero, porque não se pronuncia o que está no íntimo. Porque não falar dos sentimentos? Assim, o universo entende e você atrai aquilo que é pedido com clareza. Não é vergonhoso relatar aos outros seus planos, principalmente, se for amigo. Nessa vida ocupada nem temos tempo e não permitimos abrir espaço para conhecer alguém novo. Então fechamos as portas e caminhos de novas oportunidades. Tudo começa com você mesmo! OLhe para dentro e veja o que está errado! Porque corremos tanto? Para quê? Se a vida é tão curta! Desperte a Deusa que existe aí. Acordaaaa Menina! É uma forma de conectar consigo e com os outros, com a natureza, participando de círculos de mulheres, tendo pausas no dia-a-dia, respeitando as fases cíclicas da nulher (menstruação, TPM), entre outros. Uso de óleos essenciais e massagens com cremes e hidratantes no ventre ou terapias naturais, aqui cito o exemplo da dança do ventre faz com que entremos na conexão com o feminino. É um reaprendizado! Aprender a se comunicar, a ser mais sensível e não renegar as dores que nos apresentam. A dor é inevitável, o sofrimento podemos deixar pra lá. Sugiro até a leitura do livro Comunicação Não Violenta que irá ajudar nas nossas relações interpessoais.
Como diria as nossas ancestrais, a nossa força vem da terra, ervas e chás que ajudavam na cura de diversas doenças no passado, indicado por nossas avós ( e como eram sábias), hoje em dia, servem também para muitos aliviar o cansaço, stress, e tantos outros sintomas que afetam por não cuidarmos do nosso sagrado feminino. Este artigo é bem introdutório ao assunto. Caso te interessou, dá curtidas e comenta, quem sabe trago mais textos ou entrevistas com pessoas especialistas na temática. Até mais!
No sábado passado (21/06), no auditório da Academia Cearense de Letras, vivenciei um dos dias mais marcantes da minha trajetória intelectual. Cercado por acadêmicos, escritores, poetas e artistas, tomei posse para ocupar uma das prestigiosas cadeiras da ALAF que, desde sua criação, congrega pensadores e criadores com o objetivo de fomentar a cultura cearense e brasileira . A cerimônia seguiu o protocolo tradicional: leitura dos currículos, assinatura do respectivo termo de posse e a entrega do diploma e medalha simbólica e o juramento que representam o compromisso com as letras e as artes. A ALAF possui um passado repleto de conquistas culturais, que incluem antologias poéticas e trocas com outras organizações literárias. Durante a cerimônia, houve momentos poéticos, homenagens e discursos curtos que destacaram a importância da academia na promoção da cultura local. Além da apresentação musical e do lançamento de uma antologia coordenada pela equipe: Primeira Antologia da Delega...

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